Retrato
- Desenho das empresas e das ligações
- Comparação dos planos de contas atuais
- Lista do que impede o consolidado
- Reunião de devolução
Cinco serviços, na ordem em que costumam ser implantados. O que muda de um grupo para outro é o número de empresas e o quanto elas compartilham.
Plano de contas único para o grupo, mapa que converte as contas antigas de cada empresa e a mesma lista de centros de custo em todas elas, com o nome que a operação reconhece.
Orçamento anual por empresa e por centro de custo, consolidado em uma única peça, e a comparação mensal entre previsto e realizado com a explicação escrita de cada diferença.
Critério escrito de rateio da estrutura comum — sala, administração, sistema, contabilidade — em uma página, e a base de custo e preço de cada empresa já com a parcela que lhe cabe.
Regra de registro das transferências internas com contrapartida obrigatória, conferência mensal do saldo entre CNPJ, calendário de pagamentos e projeção de fluxo de caixa por empresa.
Fechamento no mesmo dia em cada empresa, consolidado que elimina a transferência interna e mostra a memória de cálculo, e uma reunião de leitura por mês com os sócios.

O trabalho anda empresa por empresa, mas as decisões são tomadas uma vez só, para o grupo inteiro. É isso que evita a terceira tradução.
Conversar sobre o grupoQuem faz o quê em cada CNPJ, com qual escritório contábil e em qual sistema. Sai um desenho de uma folha com as empresas e as ligações entre elas.
Uma árvore para o grupo, com o mapa que liga cada conta antiga à nova, empresa por empresa.
Mesma lista de centros em todas, com o nome que a operação usa e não o que o sistema sugeriu.
Sala, administração, sistema e contabilidade divididos por regra que cabe em uma página e não muda todo mês.
Regra de registro das transferências, com contrapartida obrigatória e conferência mensal do saldo.
Todas as empresas fechando no mesmo dia, com a lista do que precisa estar pronto antes.
Planilha que soma as empresas e elimina o que é transferência interna, com a memória de cálculo à vista.
O consolidado lido em reunião, com a lista de pendências assinada no fim.
Grupos chegam em momentos diferentes. Estes são os pontos de entrada mais comuns, e todos começam pelo retrato das empresas.
Às vezes o pedido é arrumar uma empresa antes de mexer nas outras. Fazemos assim também, e o trabalho já sai no padrão que o grupo vai usar depois.
Perguntas frequentes de quem tem mais de um CNPJ na mesa.
Não. A obrigação fiscal continua com o seu escritório contábil, no formato e no prazo dele. O que montamos é o controle gerencial interno: plano de contas, rateio, conta corrente entre empresas e o relatório que os sócios leem. Quando os dois precisam conversar, sentamos junto com o contador.
Na maioria dos casos, não. Quando o grupo decide trocar por outro motivo, ajudamos na transição para que o plano de contas novo não se perca.
Dá. O plano de contas único é o que precisa ser igual; cada sistema exporta o seu razão e o modelo de consolidado recebe os três.
Dez semanas é o prazo comum para um grupo de três empresas, contando as pausas de aprovação do seu lado.
Uma página dizendo como sala, administração, sistema e contabilidade são divididos entre as empresas, com a base de cada divisão escrita por extenso.
Um sócio, quem cuida do financeiro e a pessoa que fala com o escritório contábil. Somando tudo, cerca de cinco horas por semana durante a unificação.
No retrato desenhamos o grupo em uma folha e listamos, por escrito, o que hoje impede o consolidado de fechar.